segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Testemunho de Virginia Izabel

A Virgina Izabel contatou-me para deixar o seu testemunho como portadora de artrite reumatóide, que transcrevo em baixo. É uma experiência de fato muito importante para todos os que sofrem desta doença.
O meu muito obrigado à Virgina por ter gasto um pouco do seu tempo no envio deste testemunho.

Quem quiser contatar a Virginia, deixe um comentário neste post e enviarei o seu contato por e-mail.

"Assití um programa chamado Bem Estar na Globo, sobre artrite reumatóide, e apareceram 2 mulheres dando seus depoimentos e mostrando as sequelas que tem por ter essa doença.
Também foi mostrado uma série de aparelhos que estão sendo desenvolvidos para as pessoas que tem artrite reumatóide e não conseguem por exemplo lixar unha, ou cortar unha, com também colheres e outros objetos para poderem se alimentar.
Isso aconteceu há mais ou menos uns 3 meses atrás.
Como só agora achei um tempo, fui pesquisar na net, onde eu poderia encontrar essas mulheres, para poder dar meu depoimento e acabei por encontrar seu blog.
E gostaria de poder contribuir com minha experiência.
Recebí o diagnóstico de Artrite Reumatóide quando eu tinha 23 anos. Hoje tenho 59.
Naquela época me falaram que eu tinha que tomar umas tais "injeções ouro" e uma série de medicamentos.
Não gostei da idéia e fui adiando.
Passados alguns anos comecei a me interessar por alimentação e a fazer uso de arroz integral, pão integral, a evitar carne vermelha, açucar etc.
9 anos depois o quadro se agravou e nessa época conhecí a Medicina Antroposófica.
Ou seja eu estava com 32 anos.
O que posso dizer é que pela Medicina Atroposófica tem cura para a Artrite Reumatóide.
Hoje tenho 59 anos, e graças a Deus não tenho nenhuma deformação graças a esse tratamento.Posso enviar fotos para quem quiser de minhas mãos por exemplo.
Não tenho dieta rígida. 
Só que procuro ter uma alimentação melhor, por questão de consciência e não porque me é exigido uma dieta.
Estou aqui para quem quiser saber mais.
O Dr. Antônio Marques diretor da clínica de Juiz de Fora, onde me trato é clinico geral com formação em Juiz de Fora, São Paulo, Suiça e Alemanha.
Além de clinico geral, ele também tem formação em Geriatria e Oncologia.
Quem tiver interesse por favor entre em contato comigo, que terei o maior prazer de passar o site  ou mesmo enviar por scaner o artigo escrito por ele:
ARTRITE REUMATÓIDE TEM CURA.

Agradeço a oportunidade que vocês estão me dando de poder partilhar minha experiência, e espero poder estar contribuindo de alguma forma para que as pessoas possam se ver livre não só da doença, como também de suas deformações e consequências terríveis!

Abraços,
Virginia Izabel."

domingo, 6 de novembro de 2011

A minha gravidez com Artrite Reumatóide

Olá todas,

Este post é dedicado a todas as mulheres com AR e que têm o sonho de engravidar!
Escrevo-vos com 28 semanas de gestação e quero partilhar convosco a minha experiência que julgo ser inspiradora para todas vós.

As que são seguidoras do blog sabem que segui e sigo uma dieta muito restrita aliada à toma diária de vitaminas que me permitiram reduzir muito a medicação. Eu apenas tomava lepicortinolo e quando comecei a tentar engravidar, estava a tomar uma dose muito baixa. Se bem me lembro tomava 0,5 mg de 2 em 2 dias.

Nunca me conformei em tomar drogas mais pesadas. Sempre procurei alternativa por duas razões:
1ª Eu sabia que quando quisesse engravidar teria de interromper o tratamento com bastante tempo de antecedência.
2ª Tomei metrotexato durante 1 mês e além de não sentir melhorias, senti muitos efeitos secundários, o que me levou a procurar tratamentos mais saudáveis e naturais.

Comecei a tentar engravidar em Fevereiro e no início de Julho descobri que estava grávida, de 10 semanas!!! Estava no entanto com um problema hormonal que poderia levar a um aborto espontâneo, mas que foi prontamente corrigido com as indicações do obstetra.

Quando soube que estava grávida ainda estava a tomar o lepicortinolo e sentia algumas dores. O obstetra disse que eu podia continuar a tomar sem problemas. Mas eu preferi deixar a cortisona e suportar as algumas dores que foram desaparecendo muito rápido. Creio que a partir do 3º/4º mês de gestação quase já não sentia os efeitos da artrite e comecei a sentir o bébé! A gravidez é mesmo um estado de graça!

Neste momento, estou grávida de 6 meses de um menino e sinto-me óptima, cheia de saúde. Como sabem há algumas probabilidades, embora não sejam muitas, da AR desaparecer depois de uma gravidez. Por isso, peço a Deus que prolongue este estado para eu poder tomar conta do meu menino!
A minha reumatologista disse-me que não há um prazo comum a todas as mulheres com AR, para os sintomas voltarem depois do parto. Pode demorar 1 mês, 2 meses ou até 1 ano.

Como vêem os sonhos tornam-se realidade se lutarmos por eles. Não percam a esperança e procurem a solução até a encontrar. Um filho dá-nos força para tudo, dá sentido à nossa vida. A mulher só se sente completa quando é mãe!

Lembrem-se no entanto que o vosso reumatologista e obstetra/ginecologista devem estar a par de todos os tratamentos que estejam a fazer. Falem com eles e esclareçam todas as vossas dúvidas antes de começar a tentar engravidar. A mulher com AR deve planear bem a gravidez para tudo correr bem.

Muita força a todas e se quiserem partilhar a vossa situação, deixem um comentário ou enviem um email para marta_cunha@hotmail.com.

Beijos a todas!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bactérias intestinais provocam artrite

A artrite reumatóide pode ser desencadeada por bactérias que habitam, naturalmente, a flora intestinal humana.

Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, Christophe Benoist e Diane Mathis, e da Universidade de Nova Iorque, Dan Littman, ambas nos EUA, quando estudavam ratos com propensão a desenvolver artrite. Eles perceberam a ocorrência da doença depois de terem constatado que na ausência total de bactérias, os animais não desenvolveram a doença, no entanto, ao ser inserida uma única bactéria, o processo inflamatório teve início.

As informações sobre o estudo podem ser encontradas em um artigo publicado na edição do dia 25 de junho da revista Immunity.

No intuito de testar o impacto desses microrganismos intestinais no desenvolvimento da artrite reumatóide, os cientistas mantiveram um grupo de ratos, com tendência para desenvolver a doença, em um ambiente isento de bactérias (modelo K/BxN) e o outro grupo na presença desses organismos.

Foi possível constatar que nos animais do primeiro grupo os sintomas da artrite foram fortemente atenuados, seguido de uma redução nos níveis de auto-anticorpos no soro, do número células esplênicas secretoras de auto-anticorpos, dos centros germinativos e de células esplênicas T helper 17 (Th17), quando comparados com aqueles do segundo grupo.

Os experimentos mostraram que o desenvolvimento da artrite nos animais K/BxN, livres de patógenos específicos foi impedido pela neutralização de interleucina-17 – uma citocina pró-inflamatória produzida principalmente pelos linfócitos T ou seus precursores. Esse processo ocorreu devido a um efeito direto dessa citocina nas células B impedindo a formação do centro germinal - local onde os linfócitos B proliferam, sofrem mutações, morrem ou são selecionados para produzir um determinado anticorpo.

Quando mantidos em ambiente livre de microorganismos (GF ou germ-free), os ratos mostraram deficiências sistêmicas que se refletiram em uma perda de células Th17, provenientes da lamina própria do intestino delgado - fina camada de tecido conjuntivo frouxo que se encontra abaixo do epitélio e que se junta a ele para formar a mucosa.  

A introdução de uma espécie de bactéria filamentosa, própria da flora intestinal, nos animais GF, promoveu o restabelecimento do compartimento produtor de células Th17 da lamina própria, da produção de anticorpos e o rápido desenvolvimento da artrite.

A partir desse estudo, os pesquisadores puderam concluir que a presença de apenas uma espécie de bactéria intestinal pode, pela sua capacidade de estimular um subconjunto de células Th, desencadear o desenvolvimento de doenças autoimunes.


Fonte: http://www.biotec-ahg.com.br/index.php/pt/acervo-de-materias/saude/639-bacterias-intestinais-provocam-artrite

terça-feira, 29 de março de 2011

Cura da artrite reumatóide com dieta restrita

Numa pesquisa recente descobri um blog que relata o caso de uma mulher brasileira que sofria de lupus eritematoso sistémico, artrite reumatóide e síndrome de Sjogren e que se curou através de uma dieta bastante restrita.

Esta mulher sofreu a forma mais severa das doenças, ficando numa cadeira de rodas no espaço de 2 anos e meio e os medicamentos já não surtiam nenhum efeito.
A paciente consultou 148 médicos no Brasil até encontrar um que não usasse drogas como tratamento.

Há 5 anos que esta mulher começou a dieta e está completamente curada.
Visitem o blog: www.curassecretas.blogspot.com

Achei o relato muito interessante uma vez que eu própria estou a seguir uma dieta restrita há cerca de 8 meses.

Alguém tem conhecimento de algum caso do género?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dor torácica na artrite

Há uns dias que sinto uma dor no peito do lado esquerdo quando respiro fundo.
Já há umas semanas que tive essa dor mas ela desapareceu.

Tenho receio que esteja relacionado com a artrite. Alguém já teve este sintoma?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Inflamação no olho

De há cerca de 1 ano para cá que tenho uma inflamação na parte branca do olho direito, causada pela artrite reumatóide.

A primeira opção do oftalmologista foi receitar umas gotas e um creme de cortisona.

Cheguei durante algum tempo sem melhoras e além disso a cortisona causou-me hipertensão ocular.

Passei então a utilizar o Xalatan durante +/- 2 meses, umas gotas para reduzir a pressão ocular.

Neste momento a pressão encontra-se regularizada mas a vista continua um pouco vermelha e sempre que tento reduzir a cortisona que tomo oralmente, a inflamação volta com mais força.

Já efectuei exames aos campos visuais e uma angiografia fluorescente, para verificar se existiam lesões interiores, e graças a Deus está tudo bem.

Consultei um outro oftalmologista há pouco tempo, bastante reconhecido, e de facto o olho continua com uma pequena inflamação e é um pouco seco, ou seja, o meu corpo não está a produzir lágrima suficiente para lubrificar bem o olho.

Também é facto que trabalho todo o dia em frente de um monitor, o que pode prejudicar ao nível da lubrificação do olho.

E nos últimos meses a minha visão ao perto e longe piorou, mas o oftalmologista diz que não está relacionado com isto.

Conclusão, neste momento estou a lubrificar o olho 3 vezes por dia com umas gotas e uso também umas gotas anti-inflamatórias que não têm cortisona, para ver se me consigo livrar da cortisona que tomo oralmente.

Desde Julho que estou a ser acompanhada por uma médica naturopata e formada também em medicina chinesa e os resultados têm sido muito bons. Só me resta mesmo curar a inflamação do olho.

Alguém conhece algum caso do género? Convido-o(a) a partilhar a sua experiência.

domingo, 13 de junho de 2010

Terapia de Biomagnetismo Holistico e Par Biomagnético

Na minha busca constante por novas terapias para a artrite reumatóide, encontrei uma que me parece bastante interessante e que está relacionada com uma terapia que comecei há relativamente pouco tempo: a desintoxicação ionica ou desintoxicação pelos pés.
Hoje vou-me centrar na terapia do Par Biomagnético. Aconselho a ler o artigo até ao fim.

"Cada órgão, ou tecido do nosso corpo, tem um maior ou menor grau de acidez ou alcalinidade e que nos é dado pela leitura da sua concentração de hidrogénio, isto é, pelo seu potencial de hidrogénio ou pH. As pessoas que apresentam algum tipo de doença, apresentam, habitualmente, um excesso de iões electropositivos (toxinas, radicais livres, etc), que acidificam as células, os órgãos, o sangue e as secreções. Ora, quando isto acontece, quando um tecido corporal qualquer se polariza positivo (acidez), pelo excesso de iões de hidrogénio, existirá outro que se terá polarizado negativo (alcalino) e é esta alteração da polarização que na perspectiva do biomagnetismo holístico produz a doença. Esta permanência do tecido numa condição de pH alterado, vai permitir o desenvolvimento de vírus, ali onde o pH é mais ácido, e de bactérias, onde ele é mais alcalino. Vírus e bactéria vão comunicar-se entre si, através da denominada bioressonância magnética e potenciar o desenvolvimento de um vasto conjunto de doenças e patologias degenerativas. Assim, bastará alterar a polaridade de ambos os tecidos afectados para eliminar a doença. É o que faz o Biomagnetismo Terapêutico.

O Biomagnetismo é, assim, uma nova disciplina terapêutica que procura o equilíbrio bioenergético alterado por vírus ou bactérias cuja acção tem repercussões funcionais. Estuda, detecta, classifica, mede e corrige as alterações fundamentais do pH dos organismos vivos, pois ao nivelar-se este, por meio do Biomagnetismo, regulam-se, corrigem-se e irradicam-se as patologias.

A simplicidade deste método permite trabalhar com ímanes potentes mas inofensivos, obtendo, no entanto, resultados extarordinários, sobretudo quando se dispensa ao paciente a, já mundialmente famosa, técnica do PAR BIOMAGNÉTICO. Esta é uma técnica baseada na origem das doenças e não nos sintomas (ainda que estes se levem em consideração).

Com os ímanes, o corpo é “scaneado” detectando-se os pontos que originam o mal funcionamento de um órgão e a presença de vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Esta técnica neutraliza e elimina estes agentes patogénicos devolvendo ao organismo o seu estado de equilíbrio, assim se eliminando a doença.

Os únicos defeitos que podem ser apontados a este método terapêutico, de acordo com o seu criador, o médico-cirurgião mexicano Isaac Goiz, são quatro:

- Primeiro, quase não custa dinheiro;
- Segundo, cura;
- Terceiro, que o pode aprender qualquer terapeuta e não somente os médicos;
- Quarto, que foi criado por um mexicano.

A confiança deste médico no PAR BIOMAGNÉTICO é tanta que, afirma peremptoriamente que “com os mais de 200 pares biomagnéticos que até ao momento foram estabelecidos, se podem superar 99% das doenças”. Na verdade, ao longo de mais de 20 anos de exercício clínico, afirma ele, que já curou centenas de casos de cancro (ele é o autor duma tese de doutoramento intitulada “El fenómeno tumoral”, publicada em 2004, pela Escuela de Medicina da Universidade de Loja, no Equador), de VIH, diabetes, psoríase, fibromialgia,
artrite reumatoide e muitas outras. E, para demonstrar a eficácia dos seus tratamentos através do PAR BIOMAGNÉTICO, mostrou-se sempre disponível para qualquer tipo de ensaio a que a Ordem dos Médicos de qualquer país o quisesse submeter, lançando este desafio aqui na vizinha Espanha: “...necessito simplesmente um centro clínico que me forneça alguns pacientes com o diagnóstico já efectuado. Vinte, trinta, cem...os que sejam. E que atestem por exemplo: têm tuberculose. Então eu testo-os, colocamos-lhes os ímans de acordo com o par correspondente a essa patologia e verificamos quantos se curam. Se se cura só um? Então a minha terapia é incorrecta. Mas se se curarem 90% deles, então, é simples, é porque ela tem eficácia.

Após vários anos, o desafio foi finalmente aceite pelo Dr. Raymond Hilu, médico, Director do Instituto Hilu, em Marbelha que convidou o Dr. Isaac Goiz a testar o PAR BIOMAGNÉTICO na sua clínica, em mais de duzentos pacientes de diferentes patologias, entre os dia 14 e 17 de Maio de 2009. O Dr. Hilu fala de um êxito rotundo: “trata-se, afirma ele peremptoriamente, de uma das terapias mais eficazes com as quais me cruzei em todos os anos que levo já de prática médica. O mais surpreendente é a sua simplicidade e a sua principal vantagem é a de carecer totalmente de efeitos secundários. O único que choca por vezes é que o diagnóstico que o Dr. Goiz faz é radicalmente diferente daquele que o paciente traz. Algo que não me preocupa porque o importante é que o paciente melhora com o tratamento. E a mim o que me interessa não é tanto saber o que tinha realmente, mas sim se melhora e se cura. Interessa-me é que o resultado final é positivo e benéfico para o paciente” (fonte: Discovery Salud, nº 118, Agosto de 2009).

É uma terapia não invasiva, de fácil e cómoda aplicação que pode tratar todo o tipo doenças e disfunções, inclusive a nível emocional. A duração aproximada de uma sessão é de 30 minutos. O número de sessões depende do tipo de patologia, sua gravidade e antiguidade, mas umas simples 3 sessões são, em geral, suficientes para se observarem melhorias notáveis, na maior parte dos casos."


Se desejarem experimentar esta terapia podem marcar uma consulta com o autor deste artigo, o Dr. Marcos.