segunda-feira, 25 de abril de 2011
Bactérias intestinais provocam artrite
Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, Christophe Benoist e Diane Mathis, e da Universidade de Nova Iorque, Dan Littman, ambas nos EUA, quando estudavam ratos com propensão a desenvolver artrite. Eles perceberam a ocorrência da doença depois de terem constatado que na ausência total de bactérias, os animais não desenvolveram a doença, no entanto, ao ser inserida uma única bactéria, o processo inflamatório teve início.
As informações sobre o estudo podem ser encontradas em um artigo publicado na edição do dia 25 de junho da revista Immunity.
No intuito de testar o impacto desses microrganismos intestinais no desenvolvimento da artrite reumatóide, os cientistas mantiveram um grupo de ratos, com tendência para desenvolver a doença, em um ambiente isento de bactérias (modelo K/BxN) e o outro grupo na presença desses organismos.
Foi possível constatar que nos animais do primeiro grupo os sintomas da artrite foram fortemente atenuados, seguido de uma redução nos níveis de auto-anticorpos no soro, do número células esplênicas secretoras de auto-anticorpos, dos centros germinativos e de células esplênicas T helper 17 (Th17), quando comparados com aqueles do segundo grupo.
Os experimentos mostraram que o desenvolvimento da artrite nos animais K/BxN, livres de patógenos específicos foi impedido pela neutralização de interleucina-17 – uma citocina pró-inflamatória produzida principalmente pelos linfócitos T ou seus precursores. Esse processo ocorreu devido a um efeito direto dessa citocina nas células B impedindo a formação do centro germinal - local onde os linfócitos B proliferam, sofrem mutações, morrem ou são selecionados para produzir um determinado anticorpo.
Quando mantidos em ambiente livre de microorganismos (GF ou germ-free), os ratos mostraram deficiências sistêmicas que se refletiram em uma perda de células Th17, provenientes da lamina própria do intestino delgado - fina camada de tecido conjuntivo frouxo que se encontra abaixo do epitélio e que se junta a ele para formar a mucosa.
A introdução de uma espécie de bactéria filamentosa, própria da flora intestinal, nos animais GF, promoveu o restabelecimento do compartimento produtor de células Th17 da lamina própria, da produção de anticorpos e o rápido desenvolvimento da artrite.
A partir desse estudo, os pesquisadores puderam concluir que a presença de apenas uma espécie de bactéria intestinal pode, pela sua capacidade de estimular um subconjunto de células Th, desencadear o desenvolvimento de doenças autoimunes.
Fonte: http://www.biotec-ahg.com.br/index.php/pt/acervo-de-materias/saude/639-bacterias-intestinais-provocam-artrite
terça-feira, 29 de março de 2011
Cura da artrite reumatóide com dieta restrita
Esta mulher sofreu a forma mais severa das doenças, ficando numa cadeira de rodas no espaço de 2 anos e meio e os medicamentos já não surtiam nenhum efeito.
A paciente consultou 148 médicos no Brasil até encontrar um que não usasse drogas como tratamento.
Há 5 anos que esta mulher começou a dieta e está completamente curada.
Visitem o blog: www.curassecretas.blogspot.com
Achei o relato muito interessante uma vez que eu própria estou a seguir uma dieta restrita há cerca de 8 meses.
Alguém tem conhecimento de algum caso do género?
segunda-feira, 7 de março de 2011
Dor torácica na artrite
Já há umas semanas que tive essa dor mas ela desapareceu.
Tenho receio que esteja relacionado com a artrite. Alguém já teve este sintoma?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Inflamação no olho
De há cerca de 1 ano para cá que tenho uma inflamação na parte branca do olho direito, causada pela artrite reumatóide.
A primeira opção do oftalmologista foi receitar umas gotas e um creme de cortisona.
Cheguei durante algum tempo sem melhoras e além disso a cortisona causou-me hipertensão ocular.
Passei então a utilizar o Xalatan durante +/- 2 meses, umas gotas para reduzir a pressão ocular.
Neste momento a pressão encontra-se regularizada mas a vista continua um pouco vermelha e sempre que tento reduzir a cortisona que tomo oralmente, a inflamação volta com mais força.
Já efectuei exames aos campos visuais e uma angiografia fluorescente, para verificar se existiam lesões interiores, e graças a Deus está tudo bem.
Consultei um outro oftalmologista há pouco tempo, bastante reconhecido, e de facto o olho continua com uma pequena inflamação e é um pouco seco, ou seja, o meu corpo não está a produzir lágrima suficiente para lubrificar bem o olho.
Também é facto que trabalho todo o dia em frente de um monitor, o que pode prejudicar ao nível da lubrificação do olho.
E nos últimos meses a minha visão ao perto e longe piorou, mas o oftalmologista diz que não está relacionado com isto.
Conclusão, neste momento estou a lubrificar o olho 3 vezes por dia com umas gotas e uso também umas gotas anti-inflamatórias que não têm cortisona, para ver se me consigo livrar da cortisona que tomo oralmente.
Desde Julho que estou a ser acompanhada por uma médica naturopata e formada também em medicina chinesa e os resultados têm sido muito bons. Só me resta mesmo curar a inflamação do olho.
Alguém conhece algum caso do género? Convido-o(a) a partilhar a sua experiência.
domingo, 13 de junho de 2010
Terapia de Biomagnetismo Holistico e Par Biomagnético
O Biomagnetismo é, assim, uma nova disciplina terapêutica que procura o equilíbrio bioenergético alterado por vírus ou bactérias cuja acção tem repercussões funcionais. Estuda, detecta, classifica, mede e corrige as alterações fundamentais do pH dos organismos vivos, pois ao nivelar-se este, por meio do Biomagnetismo, regulam-se, corrigem-se e irradicam-se as patologias.
A simplicidade deste método permite trabalhar com ímanes potentes mas inofensivos, obtendo, no entanto, resultados extarordinários, sobretudo quando se dispensa ao paciente a, já mundialmente famosa, técnica do PAR BIOMAGNÉTICO. Esta é uma técnica baseada na origem das doenças e não nos sintomas (ainda que estes se levem em consideração).
Com os ímanes, o corpo é “scaneado” detectando-se os pontos que originam o mal funcionamento de um órgão e a presença de vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Esta técnica neutraliza e elimina estes agentes patogénicos devolvendo ao organismo o seu estado de equilíbrio, assim se eliminando a doença.
Os únicos defeitos que podem ser apontados a este método terapêutico, de acordo com o seu criador, o médico-cirurgião mexicano Isaac Goiz, são quatro:
- Primeiro, quase não custa dinheiro;
- Segundo, cura;
- Terceiro, que o pode aprender qualquer terapeuta e não somente os médicos;
- Quarto, que foi criado por um mexicano.
A confiança deste médico no PAR BIOMAGNÉTICO é tanta que, afirma peremptoriamente que “com os mais de 200 pares biomagnéticos que até ao momento foram estabelecidos, se podem superar 99% das doenças”. Na verdade, ao longo de mais de 20 anos de exercício clínico, afirma ele, que já curou centenas de casos de cancro (ele é o autor duma tese de doutoramento intitulada “El fenómeno tumoral”, publicada em 2004, pela Escuela de Medicina da Universidade de Loja, no Equador), de VIH, diabetes, psoríase, fibromialgia, artrite reumatoide e muitas outras. E, para demonstrar a eficácia dos seus tratamentos através do PAR BIOMAGNÉTICO, mostrou-se sempre disponível para qualquer tipo de ensaio a que a Ordem dos Médicos de qualquer país o quisesse submeter, lançando este desafio aqui na vizinha Espanha: “...necessito simplesmente um centro clínico que me forneça alguns pacientes com o diagnóstico já efectuado. Vinte, trinta, cem...os que sejam. E que atestem por exemplo: têm tuberculose. Então eu testo-os, colocamos-lhes os ímans de acordo com o par correspondente a essa patologia e verificamos quantos se curam. Se se cura só um? Então a minha terapia é incorrecta. Mas se se curarem 90% deles, então, é simples, é porque ela tem eficácia.
Após vários anos, o desafio foi finalmente aceite pelo Dr. Raymond Hilu, médico, Director do Instituto Hilu, em Marbelha que convidou o Dr. Isaac Goiz a testar o PAR BIOMAGNÉTICO na sua clínica, em mais de duzentos pacientes de diferentes patologias, entre os dia 14 e 17 de Maio de 2009. O Dr. Hilu fala de um êxito rotundo: “trata-se, afirma ele peremptoriamente, de uma das terapias mais eficazes com as quais me cruzei em todos os anos que levo já de prática médica. O mais surpreendente é a sua simplicidade e a sua principal vantagem é a de carecer totalmente de efeitos secundários. O único que choca por vezes é que o diagnóstico que o Dr. Goiz faz é radicalmente diferente daquele que o paciente traz. Algo que não me preocupa porque o importante é que o paciente melhora com o tratamento. E a mim o que me interessa não é tanto saber o que tinha realmente, mas sim se melhora e se cura. Interessa-me é que o resultado final é positivo e benéfico para o paciente” (fonte: Discovery Salud, nº 118, Agosto de 2009).
É uma terapia não invasiva, de fácil e cómoda aplicação que pode tratar todo o tipo doenças e disfunções, inclusive a nível emocional. A duração aproximada de uma sessão é de 30 minutos. O número de sessões depende do tipo de patologia, sua gravidade e antiguidade, mas umas simples 3 sessões são, em geral, suficientes para se observarem melhorias notáveis, na maior parte dos casos."