terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Artrite Reumatóide tem Cura

O artigo aqui escrito com o testemunho da Virgina Isabel tem suscitado muito interesse nos leitores do blog. Por isso, decidi transcrever aqui na íntegra a informação do site www.vivendasantanna.com.br sobre o tratamento que eles proporcionam para a Artrite Reumatóide.

Espero que este post sirva para ajudar os que mais precisam.


Artrite Reumatóide tem Cura
Fonte: Clinica Médica Antropofósica Vivenda Sant'Anna
Autor: Dr. António Marques

RESUMO: Normalmente o paciente com Artrite Reumatóide (AR) carrega consigo a sina de "doença sem cura", para a qual não precisaria nem mais procurar outra forma terapêutica. Essa visão ocorre porque não se objetiva a "cura" com os recursos habituais. Estes apenas "seguram" a doença. Não resta dúvida, no entanto, de que eles, em muitos casos são imprescindíveis. Pretende-se, neste trabalho, levantar os argumentos "causais", através de dados científicos comprobatórios, no sentido de se tecer os "pensamentos interativos" necessários (através da Ciência Dedutiva Goetheanística), para justificar o tratamento antroposófico aqui preconizado, de uso corrente nesta Clínica, há 20 anos, com excelentes resultados (90% a 95% de êxito).

UNITERMOS: Artrite reumatóide, A.R., doença auto-imune, medicina antroposófica.


"A AR é um evento de mediação imunológica"(1). Esse termo descreve uma enfermidade mediada pela deposição de "imunocomplexos" (complexo imunológico) nas articulações. O que são esses imunocomplexos? São substâncias químicas, geralmente "proteínas estranhas" (de origem do próprio corpo ou vindas de processos infecciosos) que desencadeiam a reação "imunológica" chamada antígeno-anticorpo (Ag-Ac). Ou seja, a substância estranha, ao entrar no corpo, gera uma resposta deste contra o agente agressor. Por isso se denomina de "antígeno" o elemento estranho e a resposta do corpo de "anticorpo". Só que, no caso da AR, a proteína vem do próprio paciente e torna-se estranha (antígeno-Ag) numa certa fase da vida. Por isso AR é considerada uma doença auto-imune. Outras doenças deste grupo, mas que depositam os "imunocomplexos" em outros órgãos, são: vasculite (nos vasos sangüíneos), glomerulonefrite (nos rins), pericardite (no coração), etc. Por isso essa "reação Ag-Ac" (ou imunocomplexo) é conhecida também como "doença auto-agressiva ou auto-imune" (o próprio corpo combate a si próprio). Como se pode entender melhor isso?


FISIOLOGIA:
Todo ser humano recebe dos pais uma herança, um corpo físico. Só que não se tem apenas corpo físico, mas se é principalmente um ser espiritual e psíquico(2). Ou seja, o corpo, ao nascer, deve ser colocado dentro das diretrizes traçadas pelo Eu e pela alma. Esse processo de incorporar a substancialidade para dentro dessa direção superior leva vários anos, toda a infância e a adolescência. Isso é tão verdadeiro que basta reparar a proteína, o motivo de toda essa complicação. Ela se compõe de carbono, nitrogênio, oxigênio e hidrogênio, mas todo ser humano tem um "tipo" individual de proteína. Ou seja, cada um imprime na proteína herdada o seu carimbo pessoal, o seu Eu (a sua essência), como uma impressão digital.


FISIOPATOLOGIA:
Acontece, então, o seguinte: Certas pessoas (3 vezes mais nas mulheres do que nos homens) não imprimem, dentro da materialidade, a sua individualidade; isto é, não tornam a proteína herdada sua propriedade. O tempo vai passando e o corpo vai crescendo. Aquela proteína começa a se tornar estranha, pois não se torna mais reconhecida pelo sistema de vigilância imunológico. Ela vai se transformando em "antígeno". Numa certa época, os anticorpos estranham aquela proteína velha, que não foi transformada. Esse processo é geralmente desencadeado por uma crise ou trauma emocional (ocasião em que a alma e o Eu se retraem ligeiramente da ligação com o corpo. Isso faz com que aquela proteína seja abandonada à sua própria sorte e não mais se torne reconhecida como sendo do próprio corpo. Por isso é que, num susto forte, ou numa situação de grande tensão, sente-se um "frio na barriga", uma taquicardia emotiva ou um rubor na face). Acontece o seguinte: Dentro do sangue começa a ocorrer uma "briga" entre os "anticorpos" e essas "proteínas velhas" (reação Ag-Ac). Esse imunocomplexo formado acaba se depositando nas articulações, principalmente nas mãos, e ativa outras substâncias e células do processo inflamatório (proteases, citocinas, proteínas do complemento, neutrófilos, linfócitos, monócitos, células T CD4, imunoglobulinas, etc). Ocorre então uma sinovite articular persistente, com destruição da cartilagem e erosões ósseas(3) e, subseqüentemente, deformidades articulares, as quais constituem a marca registrada da doença.


CLÍNICA:
A doença normalmente tem um início lento, com fraqueza, desânimo e dores articulares nas pequenas articulações. Estas ficam quentes, devido ao processo inflamatório localizado. O que significa isso? Ocorre que, como aquelas proteínas não foram destruídas ou transformadas na época certa (na infância), o corpo lança mão de um recurso extremo e elas são praticamente "cozinhadas" nas articulações. Por isso a "febre" articular. Como se sabe, a "proteína velha" é facilmente desnaturada (destruída) pelo calor (febre).

Alguns critérios são importantes para diagnosticar a doença: rigidez matinal, artrite em duas ou mais articulações (principalmente nas mãos, bilateralmente), nódulos subcutâneos, o próprio exame de sangue como fator de acompanhamento da doença e a radiografia óssea.


EXAMES COMPLEMENTARES:
O exame de sangue(4) para se constatar a doença (Látex) não é específico, pois pode se apresentar positivo em inúmeras outras patologias, mas é usado para confirmar o diagnóstico nos indivíduos com manifestação clínica sugestiva. A velocidade de hemossedimentação (VHS) elevada denota o grau do processo inflamatório e a Proteína C Reativa (PCR) positiva mostra a atividade da doença e a probabilidade de lesão articular progressiva.


TRATAMENTO:
O que se receita normalmente para a AR? Medicamentos contra a tentativa de o organismo debelar aquela proteína nociva, pois impede-se o sistema imunológico de atuar com eficácia. Para isso são utilizados os corticóides e alguns casos pensa-se nos imunossupressores. Esses remédios imobilizam o sistema imunológico e impedem a multiplicação celular. Ao invés de combater o antígeno-Ag, combate-se o anticorpo-Ac. Portanto é uma atitude não curativa, paliativa e sintomática, em que se preserva a doença ao invés de tentar a cura. Impõe-se ao doente a sina de viver com o "inimigo" dentro do próprio corpo a vida inteira.

O que se objetiva com o tratamento antroposófico, pelo menos o preconizado nesta Clínica? Realizar, na prática, o que se propõe na teoria. 1) Primeiramente combater diretamente a "proteína velha", sistematicamente, através de estímulos imunológicos do próprio corpo. Com essa atitude, se impede a formação de imunocomplexos e, conseqüentemente, o processo inflamatório não se realiza (e vai se reduzindo lenta e naturalmente). 2) Em segundo lugar, procura-se "proteger" as articulações ofendidas, com substâncias naturais revitalizantes. Em casos mais graves, se associam os antinflamatórios habituais, como tratamento sintomático paliativo. 3) Em terceiro lugar, procura-se fortificar o "egotismo" do paciente, com orientações psicoterápicas e espirituais, terapia artística, ginástica, hidroterapia, euritmia e fisioterapia.

1- Viscum album injetável: sub-cutâneo do Viscum D3 semanal, num total de 10 aplicações. Com acompanhamento laboratorial, procura-se ver o resultado dessa conduta. Em casos rebeldes, utilizam-se dosagens mais elevadas do Viscum, em uso sub-cutâneo (geralmente 1x por semana).

2- Medicamentos: Geralmente se utiliza a formulação médica antroposófica (Weleda)5.

Rheumodoron 1
Rheumodoron 3..... 20 ml.
Formica D3 aa. 60 ml.
Erisidoron 1
Stannum praep. D6
30 gotas de 12/12 hs.

Em casos de dor, utilizar de hora/hora. O uso de antiinflamatório só é recomendado em alguns casos, quando a sintomatologia da dor persiste ou casos antigos, por ter o paciente se acostumado com essa atitude paliativa. Mesmo assim, a orientação é utilizar a medicação sintomática somente nas crises álgicas. Quanto ao corticóide, por atuar frontalmente contra a resposta causal imulógica do paciente, deve ser evitada a todo custo. Essa conduta só é prescrita em casos realmente rebeldes de dependentes crônicos ou em crise aguda, na qual se precisa uma resposta imediata.

3- Terapias externas: São utilizadas como complemento do tratamento interno causal. Na prática, como muitos pacientes vêm de outras cidades, essas condutas não são muito prescritas. Somente para aqueles pacientes que residem nesta cidade fica viável utilizar esses recursos externos. Recorre-se principalmente à hidroterapia, através dos "banhos de óleo", pelo método "Dispersion Bad" (alemão), com o objetivo de favorecer maior aporte de calor ao corpo, no sentido de destruir as proteínas velhas. O paciente permanece por 30' dentro da banheira com água morna e óleo finamente disperso. Depois deve ficar enfaixado por outros 30' para a absorção do óleo. Utilizam-se os seguintes óleos alternadamente: Arnica, Bétula, Rosmarinus, Phosphorus, etc. Em aplicações semanais ou quinzenais, num total de 5 a 7. Procede-se a pausa, para acompanhamento clínico e laboratorial.

Associam-se posteriormente, como complemento, a euritmia, a fisioterapia ou a ginástica. A psicoterapia entra como coadjuvante, quando o componente psíquico precisa de um suporte de auto-estima.


CASOS CLÍNICOS:
Estes quatro casos clínicos (em uma forma resumida) servirão para ilustrar melhor este trabalho. Do primeiro ao terceiro correspondem à grande maioria dos resultados, com boa resposta ao tratamento (90-95% dos casos). O último, não se obteve resposta clínica favorável (apesar de a resposta laboratorial ter apresentado bom resultado), exigindo assim controle sintomático paralelo (o que corresponde a 5-10% dos casos):

1) T.M.V.P., 72 anos, sexo feminino, viúva, do lar. 1a consulta em 24.4.98: AR há 6 anos. A 2a consulta em 17.8.98 (quatro meses depois), retorna com a queixa: "Piora das dores reumáticas". O interessante é que a paciente havia se fixado na queixa maior (dor) e não percebeu que havia melhorado. Após visualizar o resultado do exame ficou mais confiante e parou de queixar. Isso mostra como a psiquê desses pacientes carece de auto-confiança. Manteve o tratamento na época e foi aconselhada a continuar com o uso de antinflamatório, se precisasse. Melhorou totalmente e não retornou mais à consulta.

Ex. 28.4.98 Ex. 19.8.98
Látex (normal até 40) +/421 Neg./40
V.H.S (normal até 10) 55 20


2) M.C.S., 34 anos, sexo feminino, casada. 1a consulta em 1.8.97: AR soro negativo. As dores reumáticas começaram em janeiro desse mesmo ano (sete meses antes). Após o tratamento antroposófico houve melhora considerável, mas ocorreu um interessante fenômeno: a positivação do Látex. Por que ocorreu isso? A "hipótese dedutiva" mais viável: Todo imunocomplexo que se alojava inicialmente nas articulações (por isso não se constatava nada no sangue examinado) sofreu uma "expulsão" para o sangue circulante, após estímulo imunogênico do tratamento antroposófico. Por isso o Látex positivou no exame de sangue. As dores foram diminuindo e hoje (última consulta em 19.7.99) sente-se curada.

11.7.97 28.8.98 14.7.99
Látex (normal até 40) Neg. Neg. +/50
V.H.S (normal até 10) 80 57 12


3) A.N.O., 57 anos, sexo feminino, casada, do lar. 1a consulta em 28.5.98: AR há 16 anos. RX de 17.12.98, do joelho direito: lesões em "saca-bocados". H.F. (história familiar) de imunidade baixa, como se vê na dosagem de leucócitos. Última consulta em 27.1.00, continua apenas com a dor no joelho direito (seqüela da lesão artrítica). Pode-se observar que o VHS foi aumentando, apesar de a resposta imunológica ter sido eficaz. Foi recomentada a continuar com a medicação oral e associar o anti-inflamatório quando precisar. O uso do Viscum injetável inicial na dosagem de 30%, caiu para a mais fraca, D4 e D3, apenas para funcionar como imuno-estimulante. Retornar após 8 meses, com novos exames.

18.5.98 7.1.99 10.2.2000
Látex (normal até 40) +/640 +/500 Neg.
V.H.S (normal até 10) 13 22 42
Waller-Rose (n=40) +/256 +/128 Neg/32
Leucócitos 3.700 3.300 3.000
FAN (normal até 20) +/320 Neg. Neg.


4) S.R.A., 38 anos,sexo masculino, casado trabalhador rural de Urucoina, MG. 1a consulta em 7.6.02: AR desde 1998 (há 4 anos). Primeiros tratamentos com cortizona RX das mãos em 23.8.00: lesões osteoarticulares nos punhos. Mãos e Joelho e muito inflamados, aprresentando grande dificuldade para executar movimentos. E muita dor. Última consulta em 18.7.03: alta clínica (um ano de tratamento).

9.11.02 11.2.02 2.7.03
Látex (normal até 40) +/384 +/96 Neg/20
PCR (normal até 6) +/96 +/12 Neg/6
V.II.S (normal até 10) ? 10 3


5) V.P.F., 79 anos, sexo masculino, casado. 1a consulta em 24.12.98: AR há 3 anos. Última consulta em 3.5.99 (cinco meses após o início do tratamento). O resultado laboratorial com a medicação antroposófica foi muito significativo. No entanto associou-se uma bronquite (com febre), o que fez piorar o processo inflamatório (VHS). Foi preciso continuar com a medicação acadêmica (antinflamatório e corticóide) porque as queixas de dores continuavam. Os exames complementares mostraram uma excelente resposta, mas devido a idade avançada, não se permitiu uma resposta clínica a altura do tratamento imunoestimulante causal.

Recentemente chegou a notícia do falecimento desse paciente, por motivo de obstrução prostática e complicação renal.

31.8.98 22.4.99
Látex (normal até 40) +/700 +/80
V.H.S (normal até 10) 62 87
PCR (normal até 6) +/96 +/?


COMENTÁRIOS:
Após 23 anos de trabalho clínico, com a "prática médica antroposófica", é possível tratar com eficácia a AR com medicamentos antroposóficos imunoestimulantes. Os resultados comprobatórios estão aí: 90-95% dos casos tratados apresentam melhora significativa. Infelizmente este tratamento é utilizado como última tentativa pelo paciente, inclusive, muitas vezes, depois das deformações articulares.

 O que se refuta é a conduta apenas paliativa e sintomática, sem uma base científica, como normalmente se vê na prática médica. As grandes descobertas científicas são hoje perdidas ou sub-aplicadas, por justamente faltarem os elementos interativos, que só a formulação pensamental (elaboração de hipóteses) pode fornecer. O que se evidenciou aqui foi a congruência entre o pensar médico-científico e a prática clínica. Isto tem a ver com o desenvolvimento da Ciência Dedutiva Goetheanística,6 a que "adentra no reino das causas". Assim se pode abraçar a conduta apenas sintomática (Ciência Indutiva), com o objetivo de desenvolver novos paradigmas científicos, como os mostrados aqui.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Ainda sobre o testemunho de Virginia Isabel

Tenho recebido imensas mensagens de pessoas com muita curiosidade sobre o tratamento que ajudou a Virginia.
Por isso pedi à Virginia para me encaminhar a informação que ela estava a fornecer a essas pessoas para poder partilhar aqui convosco. Passo a transcrever:

"Boa noite, Marta,
o que tenho respondido é que é para as pessoas entrarem no site:
Vivenda é o nome usado para as clínicas de Antroposofia na Europa.
Lá no site, entrar no item " Trabalhos" e clicar em Artrite Reumatóide tem cura.
Também, tenho falado que o tratamento é muito simples, e muito mais barato do que o da medicina convencional.
A vacina vem da Alemanha, é completamente natural e portanto não tem contra indicação.
Como já disse não há restrição alimentar.
Posso comer de tudo, mas procuro ter uma alimentação integral por opção.
No mais, estou à disposição e agradeço a você os envios dos emails, porque é a oportunidade que tenho de divulgar pela gratidão que tenho pela Medicina Antroposófica e o que ela tem feito para toda minha família."

Espero que a informação vos ajude!

Aproveito para vos desejar um Santo Natal a todos, junto daqueles que amam.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Testemunho de Virginia Izabel

A Virgina Izabel contatou-me para deixar o seu testemunho como portadora de artrite reumatóide, que transcrevo em baixo. É uma experiência de fato muito importante para todos os que sofrem desta doença.
O meu muito obrigado à Virgina por ter gasto um pouco do seu tempo no envio deste testemunho.

Quem quiser contatar a Virginia, deixe um comentário neste post e enviarei o seu contato por e-mail.

"Assití um programa chamado Bem Estar na Globo, sobre artrite reumatóide, e apareceram 2 mulheres dando seus depoimentos e mostrando as sequelas que tem por ter essa doença.
Também foi mostrado uma série de aparelhos que estão sendo desenvolvidos para as pessoas que tem artrite reumatóide e não conseguem por exemplo lixar unha, ou cortar unha, com também colheres e outros objetos para poderem se alimentar.
Isso aconteceu há mais ou menos uns 3 meses atrás.
Como só agora achei um tempo, fui pesquisar na net, onde eu poderia encontrar essas mulheres, para poder dar meu depoimento e acabei por encontrar seu blog.
E gostaria de poder contribuir com minha experiência.
Recebí o diagnóstico de Artrite Reumatóide quando eu tinha 23 anos. Hoje tenho 59.
Naquela época me falaram que eu tinha que tomar umas tais "injeções ouro" e uma série de medicamentos.
Não gostei da idéia e fui adiando.
Passados alguns anos comecei a me interessar por alimentação e a fazer uso de arroz integral, pão integral, a evitar carne vermelha, açucar etc.
9 anos depois o quadro se agravou e nessa época conhecí a Medicina Antroposófica.
Ou seja eu estava com 32 anos.
O que posso dizer é que pela Medicina Atroposófica tem cura para a Artrite Reumatóide.
Hoje tenho 59 anos, e graças a Deus não tenho nenhuma deformação graças a esse tratamento.Posso enviar fotos para quem quiser de minhas mãos por exemplo.
Não tenho dieta rígida. 
Só que procuro ter uma alimentação melhor, por questão de consciência e não porque me é exigido uma dieta.
Estou aqui para quem quiser saber mais.
O Dr. Antônio Marques diretor da clínica de Juiz de Fora, onde me trato é clinico geral com formação em Juiz de Fora, São Paulo, Suiça e Alemanha.
Além de clinico geral, ele também tem formação em Geriatria e Oncologia.
Quem tiver interesse por favor entre em contato comigo, que terei o maior prazer de passar o site  ou mesmo enviar por scaner o artigo escrito por ele:
ARTRITE REUMATÓIDE TEM CURA.

Agradeço a oportunidade que vocês estão me dando de poder partilhar minha experiência, e espero poder estar contribuindo de alguma forma para que as pessoas possam se ver livre não só da doença, como também de suas deformações e consequências terríveis!

Abraços,
Virginia Izabel."

domingo, 6 de novembro de 2011

A minha gravidez com Artrite Reumatóide

Olá todas,

Este post é dedicado a todas as mulheres com AR e que têm o sonho de engravidar!
Escrevo-vos com 28 semanas de gestação e quero partilhar convosco a minha experiência que julgo ser inspiradora para todas vós.

As que são seguidoras do blog sabem que segui e sigo uma dieta muito restrita aliada à toma diária de vitaminas que me permitiram reduzir muito a medicação. Eu apenas tomava lepicortinolo e quando comecei a tentar engravidar, estava a tomar uma dose muito baixa. Se bem me lembro tomava 0,5 mg de 2 em 2 dias.

Nunca me conformei em tomar drogas mais pesadas. Sempre procurei alternativa por duas razões:
1ª Eu sabia que quando quisesse engravidar teria de interromper o tratamento com bastante tempo de antecedência.
2ª Tomei metrotexato durante 1 mês e além de não sentir melhorias, senti muitos efeitos secundários, o que me levou a procurar tratamentos mais saudáveis e naturais.

Comecei a tentar engravidar em Fevereiro e no início de Julho descobri que estava grávida, de 10 semanas!!! Estava no entanto com um problema hormonal que poderia levar a um aborto espontâneo, mas que foi prontamente corrigido com as indicações do obstetra.

Quando soube que estava grávida ainda estava a tomar o lepicortinolo e sentia algumas dores. O obstetra disse que eu podia continuar a tomar sem problemas. Mas eu preferi deixar a cortisona e suportar as algumas dores que foram desaparecendo muito rápido. Creio que a partir do 3º/4º mês de gestação quase já não sentia os efeitos da artrite e comecei a sentir o bébé! A gravidez é mesmo um estado de graça!

Neste momento, estou grávida de 6 meses de um menino e sinto-me óptima, cheia de saúde. Como sabem há algumas probabilidades, embora não sejam muitas, da AR desaparecer depois de uma gravidez. Por isso, peço a Deus que prolongue este estado para eu poder tomar conta do meu menino!
A minha reumatologista disse-me que não há um prazo comum a todas as mulheres com AR, para os sintomas voltarem depois do parto. Pode demorar 1 mês, 2 meses ou até 1 ano.

Como vêem os sonhos tornam-se realidade se lutarmos por eles. Não percam a esperança e procurem a solução até a encontrar. Um filho dá-nos força para tudo, dá sentido à nossa vida. A mulher só se sente completa quando é mãe!

Lembrem-se no entanto que o vosso reumatologista e obstetra/ginecologista devem estar a par de todos os tratamentos que estejam a fazer. Falem com eles e esclareçam todas as vossas dúvidas antes de começar a tentar engravidar. A mulher com AR deve planear bem a gravidez para tudo correr bem.

Muita força a todas e se quiserem partilhar a vossa situação, deixem um comentário ou enviem um email para marta_cunha@hotmail.com.

Beijos a todas!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bactérias intestinais provocam artrite

A artrite reumatóide pode ser desencadeada por bactérias que habitam, naturalmente, a flora intestinal humana.

Essa foi a conclusão a que chegaram os pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, Christophe Benoist e Diane Mathis, e da Universidade de Nova Iorque, Dan Littman, ambas nos EUA, quando estudavam ratos com propensão a desenvolver artrite. Eles perceberam a ocorrência da doença depois de terem constatado que na ausência total de bactérias, os animais não desenvolveram a doença, no entanto, ao ser inserida uma única bactéria, o processo inflamatório teve início.

As informações sobre o estudo podem ser encontradas em um artigo publicado na edição do dia 25 de junho da revista Immunity.

No intuito de testar o impacto desses microrganismos intestinais no desenvolvimento da artrite reumatóide, os cientistas mantiveram um grupo de ratos, com tendência para desenvolver a doença, em um ambiente isento de bactérias (modelo K/BxN) e o outro grupo na presença desses organismos.

Foi possível constatar que nos animais do primeiro grupo os sintomas da artrite foram fortemente atenuados, seguido de uma redução nos níveis de auto-anticorpos no soro, do número células esplênicas secretoras de auto-anticorpos, dos centros germinativos e de células esplênicas T helper 17 (Th17), quando comparados com aqueles do segundo grupo.

Os experimentos mostraram que o desenvolvimento da artrite nos animais K/BxN, livres de patógenos específicos foi impedido pela neutralização de interleucina-17 – uma citocina pró-inflamatória produzida principalmente pelos linfócitos T ou seus precursores. Esse processo ocorreu devido a um efeito direto dessa citocina nas células B impedindo a formação do centro germinal - local onde os linfócitos B proliferam, sofrem mutações, morrem ou são selecionados para produzir um determinado anticorpo.

Quando mantidos em ambiente livre de microorganismos (GF ou germ-free), os ratos mostraram deficiências sistêmicas que se refletiram em uma perda de células Th17, provenientes da lamina própria do intestino delgado - fina camada de tecido conjuntivo frouxo que se encontra abaixo do epitélio e que se junta a ele para formar a mucosa.  

A introdução de uma espécie de bactéria filamentosa, própria da flora intestinal, nos animais GF, promoveu o restabelecimento do compartimento produtor de células Th17 da lamina própria, da produção de anticorpos e o rápido desenvolvimento da artrite.

A partir desse estudo, os pesquisadores puderam concluir que a presença de apenas uma espécie de bactéria intestinal pode, pela sua capacidade de estimular um subconjunto de células Th, desencadear o desenvolvimento de doenças autoimunes.


Fonte: http://www.biotec-ahg.com.br/index.php/pt/acervo-de-materias/saude/639-bacterias-intestinais-provocam-artrite

terça-feira, 29 de março de 2011

Cura da artrite reumatóide com dieta restrita

Numa pesquisa recente descobri um blog que relata o caso de uma mulher brasileira que sofria de lupus eritematoso sistémico, artrite reumatóide e síndrome de Sjogren e que se curou através de uma dieta bastante restrita.

Esta mulher sofreu a forma mais severa das doenças, ficando numa cadeira de rodas no espaço de 2 anos e meio e os medicamentos já não surtiam nenhum efeito.
A paciente consultou 148 médicos no Brasil até encontrar um que não usasse drogas como tratamento.

Há 5 anos que esta mulher começou a dieta e está completamente curada.
Visitem o blog: www.curassecretas.blogspot.com

Achei o relato muito interessante uma vez que eu própria estou a seguir uma dieta restrita há cerca de 8 meses.

Alguém tem conhecimento de algum caso do género?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Dor torácica na artrite

Há uns dias que sinto uma dor no peito do lado esquerdo quando respiro fundo.
Já há umas semanas que tive essa dor mas ela desapareceu.

Tenho receio que esteja relacionado com a artrite. Alguém já teve este sintoma?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Inflamação no olho

De há cerca de 1 ano para cá que tenho uma inflamação na parte branca do olho direito, causada pela artrite reumatóide.

A primeira opção do oftalmologista foi receitar umas gotas e um creme de cortisona.

Cheguei durante algum tempo sem melhoras e além disso a cortisona causou-me hipertensão ocular.

Passei então a utilizar o Xalatan durante +/- 2 meses, umas gotas para reduzir a pressão ocular.

Neste momento a pressão encontra-se regularizada mas a vista continua um pouco vermelha e sempre que tento reduzir a cortisona que tomo oralmente, a inflamação volta com mais força.

Já efectuei exames aos campos visuais e uma angiografia fluorescente, para verificar se existiam lesões interiores, e graças a Deus está tudo bem.

Consultei um outro oftalmologista há pouco tempo, bastante reconhecido, e de facto o olho continua com uma pequena inflamação e é um pouco seco, ou seja, o meu corpo não está a produzir lágrima suficiente para lubrificar bem o olho.

Também é facto que trabalho todo o dia em frente de um monitor, o que pode prejudicar ao nível da lubrificação do olho.

E nos últimos meses a minha visão ao perto e longe piorou, mas o oftalmologista diz que não está relacionado com isto.

Conclusão, neste momento estou a lubrificar o olho 3 vezes por dia com umas gotas e uso também umas gotas anti-inflamatórias que não têm cortisona, para ver se me consigo livrar da cortisona que tomo oralmente.

Desde Julho que estou a ser acompanhada por uma médica naturopata e formada também em medicina chinesa e os resultados têm sido muito bons. Só me resta mesmo curar a inflamação do olho.

Alguém conhece algum caso do género? Convido-o(a) a partilhar a sua experiência.

domingo, 13 de junho de 2010

Terapia de Biomagnetismo Holistico e Par Biomagnético

Na minha busca constante por novas terapias para a artrite reumatóide, encontrei uma que me parece bastante interessante e que está relacionada com uma terapia que comecei há relativamente pouco tempo: a desintoxicação ionica ou desintoxicação pelos pés.
Hoje vou-me centrar na terapia do Par Biomagnético. Aconselho a ler o artigo até ao fim.

"Cada órgão, ou tecido do nosso corpo, tem um maior ou menor grau de acidez ou alcalinidade e que nos é dado pela leitura da sua concentração de hidrogénio, isto é, pelo seu potencial de hidrogénio ou pH. As pessoas que apresentam algum tipo de doença, apresentam, habitualmente, um excesso de iões electropositivos (toxinas, radicais livres, etc), que acidificam as células, os órgãos, o sangue e as secreções. Ora, quando isto acontece, quando um tecido corporal qualquer se polariza positivo (acidez), pelo excesso de iões de hidrogénio, existirá outro que se terá polarizado negativo (alcalino) e é esta alteração da polarização que na perspectiva do biomagnetismo holístico produz a doença. Esta permanência do tecido numa condição de pH alterado, vai permitir o desenvolvimento de vírus, ali onde o pH é mais ácido, e de bactérias, onde ele é mais alcalino. Vírus e bactéria vão comunicar-se entre si, através da denominada bioressonância magnética e potenciar o desenvolvimento de um vasto conjunto de doenças e patologias degenerativas. Assim, bastará alterar a polaridade de ambos os tecidos afectados para eliminar a doença. É o que faz o Biomagnetismo Terapêutico.

O Biomagnetismo é, assim, uma nova disciplina terapêutica que procura o equilíbrio bioenergético alterado por vírus ou bactérias cuja acção tem repercussões funcionais. Estuda, detecta, classifica, mede e corrige as alterações fundamentais do pH dos organismos vivos, pois ao nivelar-se este, por meio do Biomagnetismo, regulam-se, corrigem-se e irradicam-se as patologias.

A simplicidade deste método permite trabalhar com ímanes potentes mas inofensivos, obtendo, no entanto, resultados extarordinários, sobretudo quando se dispensa ao paciente a, já mundialmente famosa, técnica do PAR BIOMAGNÉTICO. Esta é uma técnica baseada na origem das doenças e não nos sintomas (ainda que estes se levem em consideração).

Com os ímanes, o corpo é “scaneado” detectando-se os pontos que originam o mal funcionamento de um órgão e a presença de vírus, bactérias, fungos ou parasitas. Esta técnica neutraliza e elimina estes agentes patogénicos devolvendo ao organismo o seu estado de equilíbrio, assim se eliminando a doença.

Os únicos defeitos que podem ser apontados a este método terapêutico, de acordo com o seu criador, o médico-cirurgião mexicano Isaac Goiz, são quatro:

- Primeiro, quase não custa dinheiro;
- Segundo, cura;
- Terceiro, que o pode aprender qualquer terapeuta e não somente os médicos;
- Quarto, que foi criado por um mexicano.

A confiança deste médico no PAR BIOMAGNÉTICO é tanta que, afirma peremptoriamente que “com os mais de 200 pares biomagnéticos que até ao momento foram estabelecidos, se podem superar 99% das doenças”. Na verdade, ao longo de mais de 20 anos de exercício clínico, afirma ele, que já curou centenas de casos de cancro (ele é o autor duma tese de doutoramento intitulada “El fenómeno tumoral”, publicada em 2004, pela Escuela de Medicina da Universidade de Loja, no Equador), de VIH, diabetes, psoríase, fibromialgia,
artrite reumatoide e muitas outras. E, para demonstrar a eficácia dos seus tratamentos através do PAR BIOMAGNÉTICO, mostrou-se sempre disponível para qualquer tipo de ensaio a que a Ordem dos Médicos de qualquer país o quisesse submeter, lançando este desafio aqui na vizinha Espanha: “...necessito simplesmente um centro clínico que me forneça alguns pacientes com o diagnóstico já efectuado. Vinte, trinta, cem...os que sejam. E que atestem por exemplo: têm tuberculose. Então eu testo-os, colocamos-lhes os ímans de acordo com o par correspondente a essa patologia e verificamos quantos se curam. Se se cura só um? Então a minha terapia é incorrecta. Mas se se curarem 90% deles, então, é simples, é porque ela tem eficácia.

Após vários anos, o desafio foi finalmente aceite pelo Dr. Raymond Hilu, médico, Director do Instituto Hilu, em Marbelha que convidou o Dr. Isaac Goiz a testar o PAR BIOMAGNÉTICO na sua clínica, em mais de duzentos pacientes de diferentes patologias, entre os dia 14 e 17 de Maio de 2009. O Dr. Hilu fala de um êxito rotundo: “trata-se, afirma ele peremptoriamente, de uma das terapias mais eficazes com as quais me cruzei em todos os anos que levo já de prática médica. O mais surpreendente é a sua simplicidade e a sua principal vantagem é a de carecer totalmente de efeitos secundários. O único que choca por vezes é que o diagnóstico que o Dr. Goiz faz é radicalmente diferente daquele que o paciente traz. Algo que não me preocupa porque o importante é que o paciente melhora com o tratamento. E a mim o que me interessa não é tanto saber o que tinha realmente, mas sim se melhora e se cura. Interessa-me é que o resultado final é positivo e benéfico para o paciente” (fonte: Discovery Salud, nº 118, Agosto de 2009).

É uma terapia não invasiva, de fácil e cómoda aplicação que pode tratar todo o tipo doenças e disfunções, inclusive a nível emocional. A duração aproximada de uma sessão é de 30 minutos. O número de sessões depende do tipo de patologia, sua gravidade e antiguidade, mas umas simples 3 sessões são, em geral, suficientes para se observarem melhorias notáveis, na maior parte dos casos."


Se desejarem experimentar esta terapia podem marcar uma consulta com o autor deste artigo, o Dr. Marcos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Descoberto novo tratamento para artrite reumatóide

Uma equipa de investigadores do Instituto de Medicina Molecular (IMM) descobriu uma nova forma de tratamento de artrite reumatóide, através da utilização de um anticorpo que previne o aparecimento ou impede a progressão da doença, foi hoje anunciado.

Fonte do IMM disse à Lusa que o estudo foi feito com ratinhos, mas sublinhou que os resultados "são relevantes e promissores" para o tratamento da artrite reumatóide humana.
"Os ratinhos desenvolvem artrite reumatóide de uma forma muito semelhante à do homem", explicou.

Os autores do estudo concluíram que o tratamento com o anticorpo anti-CD4 não só previne o aparecimento de artrite em ratinhos saudáveis, como impede a progressão da doença em ratinhos já doentes.

Os resultados do estudo mostraram que a administração do anticorpo anti-CD4 alterava o equilíbrio entre dois tipos de células do sistema imunitário, favorecendo a imunotolerância, ou seja, dificultando o desenvolvimento de doenças auto-imunes, como a artrite reumatóide.
O estudo mostrou ainda que este efeito não compromete a capacidade do sistema imunitário do ratinho reagir, simultaneamente, contra agentes inflamatórios/infecciosos externos.

"Esta não é a primeira vez que se usam anticorpos deste tipo como terapia para doenças auto-imunes, mas os resultados têm sido modestos. Daí a relevância de mostrar que esta terapia pode ser eficaz na prevenção de um modelo animal de artrite reumatóide", defende Luís Graça, investigador do IMM que liderou o estudo.
Este estudo acaba de ser publicado na "PLoS ONE", uma revista científica de acesso aberto, disponível apenas online e publicada pela Public Library of Science.

A artrite reumatóide é uma doença auto-imune crónica, caracterizada pela inflamação/destruição das articulações, que provoca incapacidade progressiva do doente e está associada a mortalidade prematura.
Uma combinação de causas genéticas e ambientais contribui para o aparecimento da artrite reumatóide, que, a nível biológico, se caracteriza por uma resposta imunitária complexa envolvendo uma série de células diferentes, incluindo vários tipos de glóbulos brancos.

O IMM faz parte do Centro Académico de Medicina de Lisboa, um consórcio que integra ainda a Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e o Hospital de Santa Maria.
Este consórcio pretende desenvolver uma perspectiva integrada da medicina, fomentando a investigação biomédica transversal, desde a bancada dos laboratórios académicos até à prática clínica.
O IMM tem o estatuto de Laboratório Associado ao Ministério da Ciência, da Tecnologia e Ensino Superior.

Fonte: DN Ciencia

terça-feira, 27 de abril de 2010

Humira - Gravidez e aleitamento

A Daniela (leitora do blog) tem o sonho de ser mãe, mas tem dúvidas quanto aos efeitos do fármaco Humira no feto. Na esperança de ajudar a esclarecer as suas dúvidas, deixo aqui este post.

"Não existem dados clínicos sobre o uso de Humira em mulheres grávidas.
Um estudo de toxicidade do desenvolvimento efectuado em macacos não revelou quaisquer sinais de toxicidade materna, embriotoxicidade ou teratogenicidade. Não se dispõe de dados pré-clínicos sobre a toxicidade pós-natal e sobre os efeitos de Humira na fertilidade.
Devido à sua inibição de TNFa, a administração de Humira durante a gravidez pode afectar as respostas imunitárias normais no recém-nascido.

Não se recomenda a utilização de Humira durante a gravidez. As mulheres em idade fértil são fortemente aconselhadas a usar um método contraceptivo adequado para evitar a gravidez e continuar a utilizá-lo durante pelo menos cinco meses após o último tratamento com Humira.
Desconhece-se se Humira é excretado no leite humano ou absorvido por via sistémica após ingestão.
Contudo, pelo facto das imunoglobulinas humanas serem excretadas no leite, as mulheres não devem amamentar durante pelo menos cinco meses após o último tratamento com Humira."

Daniela, eu também vou tentar engravidar este ano e a minha reumatologista desaconselha o uso de fármacos biológicos e outros como o metrotexato. Neste momento estou apenas a tomar corticosteróides. Mas ela encoraja bastante a gravidez, pois a doença em si não traz nenhum impedimento nem risco para o bébé.
Penso que se você está a tomar Humira e quer engravidar, deve fazer uma interrupção do tratamento com alguns meses de antecedência.

Você consegue controlar a doença com a alimentação e um estilo de vida saudável, pelo menos até engravidar. Veja os meus posts anteriores e se tiver alguma dúvida não hesite em me contactar.

Tenha esperança e força de vontade e você conseguirá.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Distúrbios psiquiátricos atingem muitos pacientes com artrite reumatóide

Num estudo, investigadores russos descobriram que 63 por cento dos pacientes com artrite reumatóide também sofriam de distúrbios psiquiátricos, sendo que destes 87 por cento eram distúrbios depressivos.

A investigadora principal, a Dra. Tatiana Lisitsyna, do Instituto Estatal de Reumatologia da Academia Russa de Ciências Médicas, em Moscovo, descobriu ainda que eventos nervosos frequentemente precedem o início da artrite reumatóide, sendo que mais de metade dos pacientes estudados (52%) indicaram ter experienciado eventos stressantes antes do início da artrite.

O estudo, que foi apresentado no congresso anual da Liga Europeia Contra o Reumatismo, em Copenhaga, também descobriu que um terço dos pacientes com artrite reumatóide sofria de distúrbios do sono, 23 por cento tinham sido diagnosticados com disfunções cognitivas, sendo que 16 por cento eram atribuídas a depressão, e os pacientes com depressão exibiam artrite reumatóide mais severa, como medido pelos raios-x, mas normalmente recebiam, uma tratamento menos agressivo.

A investigadora revelou que é comum os distúrbios psiquiátricos ocorrerem em simultâneo com a artrite reumatóide, sendo que estes costumam estar relacionados com stress e associados à actividade da doença e à dor crónica.

A Dra. Lisitsyna referiu ainda que avaliar e abordar a saúde mental das pessoas com artrite reumatóide deve ser uma característica regular da prática reumatológica, de modo a melhorar a qualidade de vida e reduzir o potencial fardo psicológico perturbador da artrite reumatóide.

O estudo observou 75 pacientes com artrite reumatóide, 96 por cento do sexo feminino, com uma média de 52 anos. A duração média da doença era de 12 anos e 74 por cento dos pacientes eram considerados como tendo dores moderadas ou severas.

Testemunho de Paula Pinto: viver com AR

Mãe de três filhos, arquitecta, com uma vida profissional enriquecedora, Paula Pinto tinha 40 anos quando a artrite reumatóide a surpreendeu.

A doença obrigou-a a redefinir prioridades e a adaptar-se a uma nova vida, com condicionantes que afectam o seu dia-a-dia e que a impedem de desfrutar em pleno de alguns prazeres da vida como, por exemplo, andar a pé e dançar ou alimentar o sonho de, um dia mais tarde, eventualmente, pegar um neto ao colo.

Mas, aos 56 anos, é uma mulher em paz consigo própria, que soube aceitar a doença e que fez do egoísmo não um defeito mas uma virtude. «Vou buscar compensações em tudo o que posso», desabafa. «Tenho umas mãozinhas de barbatana que não me atrapalham nada», ironiza.

«Era melhor que não tivesse doença nenhuma mas apareceu e tenho de saber viver com ela», conta Paula Pinto, assessora do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e vice-presidente da ANDAR, Associação Nacional de Doentes com Artrite Reumatóide, com uma tranquilidade invejável e um sentido de humor peculiar. Arquitecta de formação, tinha apenas 40 anos quando lhe foi diagnosticada artrite reumatóide. «Foi há 16 anos e os sintomas foram vários, o que dificultou um diagnóstico imediato e correcto», lamenta.

«Não tinha marcadores nas análises, nem deformações ósseas, mas tinha febre, dores musculares e nas articulações, perdia cerca de dois quilos por mês, não tinha energia, manifestava prostração, tinha uma anemia grande... Foi um processo difícil para conseguir fazer o diagnóstico certo», recorda. De imediato, foi obrigada a ficar seis meses em casa em repouso absoluto porque a doença a impediu de fazer praticamente tudo.

«Já quase não tinha movimentos nem força nenhuma nos braços e tive de fazer um programa de reabilitação em água quente para recuperar os movimentos todos, e bastante descanso», conta.

A aceitação e adaptação a uma nova condição

Na altura, confessa que não se apercebeu logo das mudanças que o seu quotidiano viria a sofrer. «Acho que só pensei nisso bastante mais tarde porque sempre julguei que ia recuperar tudo e, portanto, não me ralei nada de estar parada seis meses. Lia imenso, à espera que passasse.

Ao longo do tempo, apercebi-me que ia perdendo coisas e de que hoje tenho uma qualidade de vida inferior à das outras pessoas que não têm doenças. Mas fui-me compensando de outras maneiras».

Leia o artigo na íntegra aqui: Saúde Sapo

Dados estatísticos da AR em Portugal

UM EM CADA DEZ DOENTES COM ARTRITE REUMATÓIDE PEDE REFORMA ANTECIPADA.

A radiografia à qualidade de vida dos doentes que vivem com artrite reumatóide vem provar que a doença tem um grande impacto nas actividades mais triviais, como seja simplesmente andar.

Um inquérito realizado em 2009 pela Associação Nacional dos Doentes com Artrite Reumatóide (ANDAR) revela que 10% dos doentes pedem reforma antecipada devido ao impacto da doença. Os resultados do inquérito vão ser divulgados hoje, para assinalar o dia nacional dos pacientes com artrite reumatóide.

O estudo realizado pela ANDAR conclui que uma em cada dez pessoas fica incapacitada para a vida caso o diagnóstico não seja feito de forma precoce. Segundo António Vilar, secretário-geral da organização, mesmo os pacientes que se reformaram antecipadamente devido à artrite reumatóide queixam-se do seu estado. António Vilar diz ainda que é fundamental que seja comparticipado a 100% o fármaco mais utilizado para combater a doença.

Em Portugal, a artrite reumatóide afecta mais de 40 mil pessoas, sendo que as mulheres entre os 30 e os 50 anos são as grandes vítimas desta doença que atinge principalmente as articulações.

Curcuma eficaz contra a artrite

Cientistas americanos estão convencidos que os poderes anti-inflamatórios do extracto da curcuma podem ser eficazes no tratamento da artrite.

Um extracto de curcuma sem óleos essenciais mostrou resultados eficazes na redução da inflamação associada à artrite. O estudo foi efectuado pela Universidade do Arizona e foi publicado na edição de Novembro da revista científica Arthritis & Rheumatism.

A aplicação deste extracto em ratos de laboratório revelou prevenir e reduzir a artrite crónica e aguda, bem como a destruição da cartilagem. A curcuma mostrou também alterar agentes envolvidos na inflamação e prevenir o aumento de osteoclastos. O efeito parece estar ligado à inibição da NF-kappaB, uma proteína que controla a expressão genética das substâncias responsáveis pela resposta inflamatória.

A dose que os cientistas julgam ser mais eficaz equivale, para os humanos, a 1.5 mg por dia de uma porção da raíz de curcuma. Os autores reconhecem que “os suplementos dietéticos de curcuma parecem ter o mesmo mecanismo de acção que os fármacos contra a artrite actualmente em investigação, pelo menos os que actuam sobre a NF-kappaB”.

Após a retirada do mercado de anti-inflamatórios como o Vioxx, milhares de doentes com artrite passaram a recorrer às chamadas medicinas alternativas e complementares, incluindo suplementos dietéticos, entre as quais a curcuma.

sábado, 27 de março de 2010

Alimentos a EVITAR - grupo sanguíneo A

CARNES E AVES
Cabra
Carneiro
Cavalo
Codorna
Coelho
Coração de boi
Esquilo
Faisão
Fígado (boi)
Ganso
Ovelha
Pato
Perdiz
Porco e derivados (bacon, presunto, etc)
Tartaruga
Timo
Todas as carnes processadas industrialmente
Veado
Vitela

PEIXES E FRUTOS DO MAR
Anchova
Arenque (fresco/em conserva)
Badejo
Bagre
Barracuda
Beluga
Camarão
Caranguejo
Caviar /esturjão)
Enguia
Garoupa
Hadoque
Halibute
Lafolátilo
Lagosta
Lagostim
Lula
Marisco
Mexilhão
Ostra
Pescada-branca
Polvo

Salmão defumado
Sável
Solhão
Vieira

LACTICÍNIOS E OVOS
American cheese
Blue cheese
Caseína
Coalhada
Creme de leite
Leite de vaca
Manteiga
Queijo brie
Queijo camembert
Queijo cheddar
Queijo colby
Queijo cottage
Queijo edam
Queijo emmenthal
Queijo gouda
Queijo gruyère
Queijo Jarisberg
Queijo Monterey Jack
Queijo Muenster
Queijo Neufchâtel
Queijo parmesão
Queijo provolone
Queijo suíço
REqueijão
Sorbet
Sorvete cremoso

ÓLEOS E GORDURAS
Óleo de amendoim
Óleo de coco
Óleo de milho
Óleo de ricino
Óleo de semente de algodão

FRUTOS SECOS E SEMENTES
Castanha-de-caju
Castanha-do-pará
Pistache

FEIJÕES E LEGUMINOSAS
Feijão branco miúdo
Feijão-mulatinho
Grão-de-bico
Tamarindo

CEREAIS, PÃES E MASSAS
Farelo de trigo
Germe de trigo
Teff (cereal africano)

HORTALIÇAS
Azeitona preta
Batata doce
Batata inglesa
Beringela
Cogumelo shitake
Inhame
Iúca
Picles (em vinagre)
Pimentão (todos)
Repolho
Ruibarbo
Tomate

FRUTAS E SUCOS
Banana
Banana-da-terra
Coco
Laranja
Mamão papaia
Manga
Melão
Tangerina

TEMPEROS E CONDIMENTOS
Alcaparra
Aspartame
Carragena
Chili
Glutamato monossódico
Goma-guar
Gomas (acácia, arábica)
Gualtéria
Junipero
Ketchup
Maionese
Molho inglês
Picles
Pimenta em flocos/ pimenta-malagueta
Pimenta caiena
Pimenta do reino e pimenta branca
Sucanato
Vinagre (todos)

ERVAS E CHÁS
Azeda
Barbas de Milho
Gatária
Pimenta de caiena
Ruibarbo
Trevo-dos-prados

BEBIDAS
Água mineral gasosa
Água tónica
Cerveja
Chá preto (normal/descafeinado)
Destilados
Refrigerantes (à base de cola, dietéticos, diversos)

Alimentos a consumir com moderação - tipo A

Alimentos neutros que se devem consumir com moderação - grupo sanguíneo A

CARNES E AVES
Não existem alimentos nesta categoria

PEIXES E FRUTOS DO MAR
Não existem alimentos nesta categoria

LACTICÍNIOS E OVOS
Não existem alimentos nesta categoria

ÓLEOS E GORDURAS
Óleo de Açafrão
Óleo de germe de trigo
Óleo de girassol

FRUTOS SECOS E SEMENTES
Pasta de gergelim (tahini)
Pasta de girassol
Semente de açafrão
Semente de gergelim
Semente de girassol
Uvas passas

FEIJÕES E LEGUMINOSAS
Não existem alimentos nesta categoria

CEREAIS, PÃES E MASSAS
Milho
Cuscuz
Fubá
Painço
Pipoca
Tapioca

HORTALIÇAS
Não existem alimentos nesta categoria

FRUTAS E SUCOS
Carambola
Groselha
Marmelo
Morango
Tâmara

TEMPEROS E CONDIMENTOS
Açúcar (branco e mascavo)
Chocolate
Dextrose
Frutose
Guaraná
Maisena
Maltodextrina
Mel
Sene
Xarope de arroz
Xarope de arroz integral
Xarope de bordo
Xarope de milho

ERVAS E CHÁS
Lúpulo

BEBIDAS
Não existem alimentos nesta categoria

sábado, 20 de março de 2010

Alimentos neutros para grupo sanguíneo A

Os alimentos neutros podem ser consumidos pelas pessoas do grupo sanguíneo tipo A, mas deve dar sempre preferência aos alimentos benéficos e super benéficos.

CARNES E AVES
Avestruz
Frango
Galinha-d'angola
Galo silvestre
Peru
Pombo

PEIXES E FRUTOS DO MAR
Agulhão-bandeira
Atum
Bacalhau-novo
Bodião
Corvina
Dourado
Eperlano
Espadarte
Esturjão
Gunelo
Haliote
Lúcio
Olhete
Ovas de salmão
Pampo
Pargo
Perca (branca)
Pescada
Piraúna
Rêmora
Robalinho
Robalo (mar)
Tainha
Tilápia
Truta comum
Tubarão

LACTICÍNIOS E OVOS
Iogurte
Leite de cabra
Manteiga clarificada
Ovos (galinha, pata, gansa, codorna)
Quefir
Queijo mussarela
Queijo de cabra
Ricota
Soro de leite

ÓLEOS E GORDURAS
Óleo de amêndoa
Óleo de borragem
Óleo de canola
Óleo de fígado de bacalhau
Óleo de gergelim
Óleo de prímula

FRUTOS SECOS E SEMENTES
Amêndoa
Avelã
Castanhas
Faia
Lechia
Leite de amêndoa
Macadâmia
Noz-manteiga
Noz-pecã
Pasta de amêndoa
Pinhão
Queijo de amêndoa
Sementes de papoula

FEIJÕES E LEGUMINOSAS
Broto de feijão
Ervilha
Feijão-branco graúdo
Feijão-jicama
Feijão-manteiga
Feijão-vermelho

CEREAIS, PÃES E MASSAS
Arroz selvagem
Cevada
Espelta (farinha e produtos)
Espelta integral
Kamut
Quinoa
Sorgo
Trigo (farinha branca, refinado, cru e semolina)

HORTALIÇAS
Abóbora-doce
Abobrinha
Agrião
Alface (excepto a romana)
Algas marinhas
Aspargos
Azeitona verde
Beterraba
Broto de bambu
Castanha-d'água
Cebolinha verde
Chalota
Cogumelo (abalone, enoki, ostra, portobello, straw, orelha-de-pau)
Couve-de-bruxelas
Couve-flor
Couve-rábano
Endívia
Mostarda (folhas)
Pepino
Picles (em salmoura)
Rabanete
Radicchio
Repolho (suco)
Repolho chinês (bok choy)
Rúcula
Taioba
Taro

FRUTAS E SUCOS
Abacate
Caqui
Framboesa
Fruta-pão
Goiaba
Kiwi
Kumquat
Maçã
Melão (espanhol, cantalupo)
Nectarina
Opúncia
Oxicoco (suco)
Pêra
Pêssego
Romã
Uvas (todas)

TEMPEROS E CONDIMENTOS
Açafrão
Ágar-ágar
Alfarroba
Algas marinhas
Anis
Aratura
Baunilha
Bergamota
Canela
Cardamomo
Cebolinha
Cerefólio
Coentro
Cominho
Cravo
Cremor de tártaro
Estévia
Extracto de amêndoa
Fermento de pão
Glicerina vegetal
Hortelã
Lecitina
Lêvedo de cerveja
Louro
Macis
Manjericão
Manjerona
Noz-moscada
Páprica
Pimenta-da-jamaica
Raiz de alcaçuz
Sal marinho
Sálvia
Segurelha
Tamarindo

ERVAS E CHÁS
Amora
Baga de sabugueiro
Bétula
Bolsa de pastor
Casca de carvalho branco
Dong quai
Escutelária
Folha de framboesa
Folha de morango
Hidraste
Hortela-pimenta
Marroio
Milefólio
Morrião-branco
Raiz de alcaçuz
Salsaparrilha
Sálvia
Tomilho
Unha-de-cavalo
Verbasco

BEBIDAS
Descafeinado
Vinho branco

domingo, 14 de março de 2010

Alimentos benéficos para grupo sanguíneo A

CARNES E AVES
Não existem alimentos benéficos nesta categoria.

PEIXES E FRUTOS DO MAR
Carpa
Cavala
Escargot (Helix pomatia)
Lúcio-novo
Merluza
Perca (prateada/amarela)
Pescada-polaca
Savelha

LACTICÍNIOS E OVOS
Não existem alimentos benéficos nesta categoria. No entanto, os ovos podem ser consumidos com moderação, de preferência orgânicos.

ÓLEOS E GORDURAS
Óleo de groselha-negra
Óleo de nozes
Óleo de soja

FRUTOS SECOS E SEMENTES
Amendoim
Pasta de amendoim
Semente de abóbora-moranga

FEIJÕES E LEGUMINOSAS
Fava
Feijão verde
Feijão-azuki
Feijão preto
Feijão frade
Feijão rajadinho
Lentilha

CEREAIS, PÃES E MASSAS
Amaranto
Arroz
Aveia
Centeio
Leite de arroz
Farinha de Soja

HORTALIÇAS
Abóbora-moranga
Alcachofra
Alface romana
Alho-porro
Babosa
Beterraba (folhas)
Broto de alfafa
Cenoura
Chicória
Cogumelo (maitake, dólar de prata)
Couve-flor
Couve-nabo
Dente de leão
Erva-doce (funcho)
Escarola
Nabo
Pastinaca
Quiabo
Raiz-forte

FRUTAS E SUCOS
Amora-negra
Damasco
Figo (fresco e seco)
Toranja
Lima
Limão
Oxicoco

TEMPEROS E CONDIMENTOS
Estragão
Feno-grego
Malte de cevada
Melado
Molho de soja (sem trigo)
Mostarda (seca)
Pectina de maçã
Raiz-forte
Salsa
Tamari (sem trigo)

ERVAS E CHÁS
Alfafa
Babosa
Bardana
Camomila
Cardo-mariano
Dente-de-leão
Erva-de-são-joão
Genciana
Ginkgo biloba
Ginseng
Olmo
Salsa
Valeriana

BEBIDAS
Café (normal)

quinta-feira, 11 de março de 2010

Alimentos super benéficos para o grupo sanguíneo A

No seguimento do livro que já sugeri aqui, "A Dieta do tipo sanguíneo", vou colocar aqui regularmente os alimentos benéficos e os a evitar, consoante o grupo sanguíneo A, B, O e AB.
Já comecei este tipo de dieta há algumas semanas. Apesar de até agora me sentir bem, acredito que ainda trará melhores resultados, uma vez que existe um período de habituação até que consigamos eliminar todos os alimentos que nos são prejudiciais.

Vou começar pela dieta do tipo A, que é o meu grupo sanguíneo. Existem alguns factores que não vou aprofundar aqui, mas que falam no livro, por exemplo, 0s efeitos dos alimentos divergem entre caucasianos, africanos e asiáticos. Por isso aconselho vivamente a compra do livro.

Segundo o que consta no livro, uma dieta com baixo teor de proteína e gordura animal, sobretudo carne vermelha, é essencial para o combate à artrite entre pessoas do tipo A. Além disso, a lectina do germe do trigo é muito prejudicial e por isso os derivados de trigo devem ser completamente retirados da dieta.

ALIMENTOS SUPER BENÉFICOS

CARNES E AVES
Não existem alimentos super benéficos nesta categoria.

PEIXES E FRUTOS DO MAR
Bacalhau
Salmão
Sardinha
Truta arco-íris
Peixe vermelho

LACTICÍNIOS E OVOS
Não existem alimentos super benéficos nesta categoria.

ÓLEOS E GORDURAS
Azeite de oliva
Óleo de linhaça

FRUTOS SECOS E SEMENTES
Ameixa seca
Noz-negra
Semente de linhaça

FEIJÕES E LEGUMINOSAS
Feijão de soja
Leite de soja
Missô
Queijo de soja
Tempé
Tofu

CEREAIS, PÃES E MASSAS
Não existem alimentos super benéficos nesta categoria.

HORTALIÇAS
Acelga (beterraba branca)
Aipo
Alho
Brócolos
Cebola
Couve
Espinafre

FRUTAS E SUCOS
Abacaxi
Ameixa
Baga de sabugueiro
Cereja
Toranja (vermelha)
Melancia
Mirtilo

TEMPEROS E CONDIMENTOS
Alho
Cúrcuma
Endro
Gengibre
Oregãos
Tomilho

ERVAS E CHÁS
Equinácea
Feno-grego
Frutos da roseira silvestre
Gengibre
Manjericão-santo

BEBIDAS
Chá verde
Vinho tinto